Dra. Fernanda Fonseca em atendimento online
Dra. Fernanda Fonseca Neuropsicóloga
Avaliação neuropsicológica padrão-ouro

Clareza diagnóstica para decisões clínicas, escolares e familiares.

Atendimento especializado para crianças, adolescentes e adultos, com investigação técnica, escuta cuidadosa e laudos fundamentados em evidências científicas.

CRP Psicóloga registrada, atuação ética e sigilosa.
Gold Protocolos robustos para hipóteses complexas.
360º Integração entre paciente, família, escola e médicos.
Retrato profissional da Dra. Fernanda Fonseca
Dra. Fernanda Fonseca Psicóloga - CRP 06/170132
Especialista em avaliações de alta complexidade.

Sobre a especialista

Excelência técnica com linguagem clara e acolhedora.

A atuação da Dra. Fernanda Fonseca une rigor científico e cuidado humano para transformar dúvidas clínicas em caminhos objetivos. Cada avaliação é conduzida com protocolos estruturados, entrevistas detalhadas, instrumentos validados e devolutivas compreensíveis.

O foco é oferecer respostas que realmente orientem intervenções, adaptações escolares, acompanhamento médico e planejamento terapêutico.

Neurodivergências Investigação de TEA, TDAH e transtornos de aprendizagem.
Funções cognitivas Atenção, memória, inteligência, linguagem e funções executivas.
Laudos detalhados Documentação técnica para médicos, escolas e famílias.
Sigilo e ética Atendimento em conformidade com o Código de Ética Profissional.

Áreas de atuação

Avaliações para compreender o funcionamento cognitivo e emocional.

Processos individualizados para responder hipóteses clínicas, orientar intervenções e apoiar decisões com segurança.

QI

Inteligência e Capacidade

Investigação de potencial cognitivo, altas habilidades, dificuldades de aprendizagem e perfil intelectual.

TEA

Neurodivergências

Avaliação especializada para hipóteses de TEA, TDAH, dislexia, discalculia e outras condições do neurodesenvolvimento.

FE

Funções Executivas

Análise de planejamento, organização, flexibilidade cognitiva, controle inibitório e autorregulação.

Laudos para encaminhamento

Relatórios técnicos com linguagem objetiva para neurologistas, psiquiatras, escolas e equipes multiprofissionais.

Orientação pós-avaliação

Devolutiva clara, recomendações práticas e direcionamento para próximos passos terapêuticos, escolares ou médicos.

ES

Interface com a escola

Orientações para adaptar rotina, provas, comunicação e estratégias pedagógicas de acordo com o perfil cognitivo encontrado.

AD

Avaliação em adultos

Investigação de TDAH, TEA, memória, ansiedade associada ao desempenho e dificuldades que muitas vezes passaram despercebidas na infância.

FM

Acolhimento familiar

Explicação cuidadosa dos achados para reduzir culpa, organizar prioridades e ajudar a família a saber o que fazer depois do laudo.

Método padrão-ouro

Um processo estruturado do primeiro contato à devolutiva.

Cada etapa é pensada para reunir dados consistentes e produzir uma conclusão clínica responsável.

01

Triagem inicial

Entendimento da demanda, histórico, idade, objetivos e principais hipóteses investigativas.

Definição da demanda
02

Entrevistas

Coleta clínica com paciente e, quando necessário, familiares, responsáveis ou escola.

Contexto clínico
03

Aplicação de testes

Uso de instrumentos psicológicos e neuropsicológicos validados para o contexto brasileiro.

Dados objetivos
04

Laudo e devolutiva

Integração dos dados, entrega do documento técnico e orientações para os próximos passos.

Plano de ação
Laudo Padrão-Ouro SIGILO
ÉTICO

Diferencial técnico

O produto final é um laudo clínico útil, não apenas uma lista de resultados.

A avaliação não deve ser apenas uma sequência de testes. O valor está na integração entre dados, história de vida, contexto escolar ou profissional e observação clínica qualificada.

  • Hipóteses clínicas organizadas com base em entrevistas, escalas e instrumentos validados.
  • Descrição do impacto funcional para escola, família, trabalho e equipe médica.
  • Recomendações práticas para intervenção, acompanhamento e adaptações necessárias.
  • Documento técnico com linguagem precisa, ética e compreensível para quem precisa agir.

Quando procurar

Indicações comuns para avaliação.

Se há prejuízo funcional, dúvidas persistentes ou necessidade de documentação técnica, a avaliação pode organizar o caminho.

Dificuldade escolar persistente Esforço alto, notas baixas, evitação de tarefas, leitura lenta ou matemática muito sofrida.
O que a avaliação entrega Mapeia aprendizagem, inteligência, atenção e funções executivas para orientar adaptações e intervenções mais precisas.
Suspeita de TDAH, TEA ou dislexia Sinais se misturam com ansiedade, comportamento, fase de desenvolvimento ou cobrança escolar.
O que a avaliação entrega Organiza hipóteses, diferencia sintomas parecidos e indica próximos passos com base em dados clínicos.
Crises emocionais e rigidez Explosões, choro, travamentos, seletividade, sensibilidade sensorial ou baixa tolerância à frustração.
O que a avaliação entrega Ajuda a entender se há sobrecarga cognitiva, sensorial, emocional ou executiva por trás do comportamento.
Adultos exaustos ou desorganizados Histórico de procrastinação, esquecimento, hiperfoco, cansaço social ou sensação de “não dar conta”.
O que a avaliação entrega Investiga TDAH, TEA, ansiedade, memória, altas habilidades e padrões que passaram despercebidos na infância.

Blog e central do conhecimento

Conteúdo para famílias, escolas e pacientes que buscam respostas confiáveis.

Uma base editorial ajuda a orientar quem está pesquisando sintomas, laudos, adaptações e caminhos de cuidado.

TDAH em adultos

Sintomas de TDAH em adultos: quando investigar?

Entenda sinais como procrastinação crônica, desorganização, esquecimentos, impulsividade e exaustão mental.

Conversar sobre avaliação
TEA

Sinais precoces de autismo que merecem atenção.

Dificuldades de comunicação social, rigidez, seletividade, sensibilidades sensoriais e sinais que aparecem em diferentes idades.

Ver dúvidas frequentes
Escola

Laudo neuropsicológico para escola: como usar?

Como transformar o resultado da avaliação em adaptações, comunicação com professores e planejamento de suporte.

Baixar guia

Busca inteligente

Encontre temas por palavra-chave.

Digite termos como TDAH, autismo, escola, laudo, ansiedade, dislexia ou adulto.

Sintomas de TDAH em adultos Quando a dificuldade de organização, foco e rotina deixa de ser “falta de disciplina” e merece investigação.
Como funciona a avaliação neuropsicológica Entrevista, testes, análise clínica, laudo e devolutiva explicados em linguagem simples.
Sinais precoces de autismo Indícios de comunicação, interação, rotina e sensibilidade que podem aparecer desde cedo.
Diferença entre TDAH e ansiedade Por que os sintomas podem se confundir e como a avaliação ajuda no diagnóstico diferencial.
Dislexia na vida adulta Sinais que podem ter passado despercebidos na infância e impactar estudo, trabalho e autoestima.
Laudo neuropsicológico para escola Como o documento pode orientar adaptações, recursos e comunicação entre família e equipe escolar.

Materiais gratuitos

Guias educativos para apoiar decisões antes e depois da avaliação.

Área preparada para futura captura de leads com guias, cartilhas e materiais educativos para famílias, escolas e pacientes adultos.

Guia para mães

Meu filho precisa de avaliação?

Checklist de sinais escolares, emocionais e comportamentais que indicam quando buscar orientação especializada.

Solicitar pelo WhatsApp
Escola

Como conversar com a escola sobre o laudo.

Modelo de organização para reunião, dúvidas importantes e pontos que devem ser alinhados com professores.

Solicitar material
Adultos

Suspeita tardia de TDAH ou TEA.

Um roteiro para adultos que sempre se sentiram diferentes, sobrecarregados ou desorganizados.

Receber orientação

Instrumentos psicológicos

Instrumentos de avaliação utilizados conforme finalidade clínica.

A seleção dos instrumentos respeita critérios técnicos, éticos e as normas vigentes do CFP. Itens, estímulos e conteúdos restritos dos testes não são divulgados.

ADOS-2

Uso clínico
Protocolo observacional para investigação de sinais associados ao espectro autista.
Indicação
Composição de avaliação ampla, junto a entrevista, escalas e análise do desenvolvimento.

SON-R

Uso clínico
Avaliação não verbal de habilidades cognitivas.
Indicação
Casos em que linguagem, comunicação ou perfil do paciente exigem instrumentos menos dependentes de resposta verbal.

BATTELLE 3

Uso clínico
Mapeamento do desenvolvimento infantil em diferentes domínios.
Indicação
Atrasos do desenvolvimento, investigação precoce e planejamento de intervenção.

WASI-III

Uso clínico
Estimativa do funcionamento intelectual e raciocínio.
Indicação
Triagem cognitiva, investigação de potencial e composição de perfil neuropsicológico.

WISC-IV

Uso clínico
Avaliação de habilidades intelectuais em crianças e adolescentes.
Indicação
Dificuldades escolares, altas habilidades, perfil cognitivo e diagnóstico diferencial.

WAIS-III

Uso clínico
Avaliação do funcionamento intelectual em adultos.
Indicação
Queixas cognitivas, investigação diagnóstica e planejamento terapêutico.

ERA-F

Uso clínico
Instrumento complementar para análise de aspectos funcionais e adaptativos.
Indicação
Composição de hipóteses clínicas e compreensão do impacto no cotidiano.

Vineland 3

Uso clínico
Avaliação de comportamento adaptativo e funcionamento no dia a dia.
Indicação
Investigação de autonomia, comunicação, socialização e necessidades de suporte.

Ferramentas educativas

Checklist inicial para organizar sinais antes da triagem.

Uma ferramenta simples para ajudar famílias e adultos a chegarem à conversa inicial com mais clareza.

Esta ferramenta não realiza diagnóstico e possui finalidade exclusivamente educativa. O resultado não substitui avaliação profissional individualizada.
Marque os sinais observados para receber uma orientação inicial.

Dúvidas frequentes

Perguntas que costumam aparecer antes da avaliação.

A triagem inicial ajuda a entender se a avaliação neuropsicológica é o melhor caminho para o caso.

Ajuda a entender se existe dificuldade de atenção, memória, linguagem, funções executivas, aprendizagem ou outra condição interferindo no desempenho. Muitas crianças têm potencial preservado, mas precisam de estratégias específicas para aprender melhor.

Um bom diagnóstico não serve para limitar a criança, mas para explicar necessidades, reduzir culpa e direcionar intervenções. O risco maior costuma ser deixar a criança sem compreensão adequada e sem suporte.

O laudo deve trazer dados de avaliação, análise clínica, hipótese ou conclusão diagnóstica quando aplicável, impacto funcional e recomendações práticas. A ideia é orientar adaptações possíveis, e não apenas entregar um documento genérico.

Sim. A avaliação considera aspectos cognitivos, emocionais, comportamentais e contextuais. Muitas crises estão ligadas a sobrecarga sensorial, dificuldade de comunicação, frustração, ansiedade, rigidez ou funções executivas imaturas.

O tempo varia conforme idade, complexidade da demanda e quantidade de instrumentos necessários. Em geral, envolve entrevista, sessões de testagem, análise técnica, elaboração do laudo e devolutiva.

O processo é organizado respeitando idade, ritmo, atenção e tolerância da criança. Quando necessário, as sessões são divididas para preservar qualidade dos resultados e reduzir desgaste.

Sim. Muitos adultos chegam após anos de esforço, procrastinação, esquecimentos, sensação de inadequação, exaustão social ou dificuldades no trabalho. A avaliação ajuda a diferenciar TDAH, TEA, ansiedade, humor, altas habilidades e outros fatores.

Sim. O documento pode apoiar condutas médicas, planejamento terapêutico, orientações escolares e comunicação entre profissionais. Ele é escrito para ser técnico, mas também compreensível para a família.

A devolutiva apresenta os achados e recomenda próximos passos: acompanhamento médico quando necessário, psicoterapia, fonoaudiologia, terapia ocupacional, psicopedagogia, adaptações escolares ou estratégias de rotina.

Mesmo quando não há diagnóstico fechado, a avaliação pode mostrar perfil cognitivo, pontos fortes, vulnerabilidades e fatores que explicam a queixa. Isso também orienta intervenções e evita caminhos equivocados.

Quando existem, relatórios escolares, médicos, terapêuticos, boletins e exames anteriores ajudam a contextualizar a demanda. A equipe orienta o que faz sentido enviar antes ou durante o processo.

Se há sofrimento, prejuízo na escola, trabalho ou relações, dúvidas persistentes, suspeita de neurodivergência ou necessidade de laudo, a triagem é o melhor primeiro passo para entender se a avaliação é indicada.

Dra. Fernanda Fonseca Triagem especializada

Concierge de triagem

Um primeiro contato organizado para entender seu caso.

O atendimento inicial pelo WhatsApp funciona como uma pré-triagem objetiva para entender idade, queixa principal, finalidade do laudo e melhor caminho de avaliação.

Antes de chamar

Envie só o essencial.

Quatro pontos já ajudam a equipe a orientar o melhor caminho.

  • Idade e fase escolar/profissional.
  • Queixa principal em uma frase.
  • Quem solicitou a avaliação.
  • Relatórios ou laudos existentes.
O contato inicial não substitui consulta ou avaliação, mas ajuda a indicar o caminho adequado com sigilo e linguagem clara.
01
Envie sua demandaIdade, dificuldade principal e quem solicitou a avaliação.
02
Orientação inicialA equipe verifica se a avaliação é indicada para o caso.
03
Organize o processoSão alinhados disponibilidade, formato e documentos.
Mães e paisEscola, comportamento, desenvolvimento, TDAH ou TEA.
AdultosInvestigação tardia, exaustão, memória, foco e diagnóstico diferencial.
Escolas e médicosEncaminhamentos com laudo técnico e recomendações funcionais.
Falar com equipe